Tecnologia e Espiritualidade

segunda-feira, 20 de julho de 2015

   



"WAPTOKWA ZAWRE" (DEUS)

        Todas a s etapas evolutivas da natureza humana ainda se preserva na crosta terrestre. Nosso conhecimento e consciência da vida de modo geral são muito limitadas. E com a modernidade, esses laços se estreitam cada vez mais. Isto é. Ficamos cada vez mais tapados, como um antolho onde nossa visão fica restrita à uma só direção.Entende-se que apenas uma leitura do assunto em questão, não se compara com experiências de causas, vividas e praticadas in loco.         Nas comunidades indígenas, nas regiões do norte e centro oeste, destacamos os xerentes cuja língua nativa, aqü~em, as frase de sua língua também variam com o gênero e número, formando frases diferente para determinados modos como nós também fazemos com a nossa língua. Isso determina que é uma essência linguística natural . Por exemplo: - Ai si picõ ?! (tradução: - Cadê sua esposa?!) Se for colocar na forma pretérita ou passada seria pronunciada diferente. Algumas palavras eu consegui memorizar como câ - água, depró- café, catuzê- mistura, que pode ser carne, bolo, pão ou outro acompanhamento do café("depró"). Biró- milho e nomes de animais diversos. Agora o mais importante que eu queria mencionar. Deus é "Waptokwa Zawre". Sim eles acreditam que existem espíritos perversos, malfazejos, que trazem doenças e incitam brigas entre parentes e amigos. Eles se utilizam de incensos, rezas em línguas muito antigas, em desuso deles mesmos. Artefatos, danças rituais e alguns caso de unguentos, chás e pinturas características. É o Curandeiro da aldeia. Um ancião com conhecimentos misticos herdado de geração a geração por longo tempo. A mim resta naquele contexto, apenas observar sem tirar conclusões. Quem sou para poder discernir naquela época , tamanha discrepância antropológica social.
          Consegue entender tamanha afronta do ser humano? Acreditar que neste ecossistema, em que se encontramos, pois tal se acha que se estivesse em situação igual teria maior capacidade e evolução. Pois pois teria que se despojar da recente situação de conforto que se encontra, onde todo o aparato tecnológico a sua disposição e prazer se encontra pronto e em avanços constantes de desenvolvimento tecnológico. Os aborígenes resta apenas  escandalizar-se com  a aproximação da civilização e não entendiam como os produtos alimentícios estavam expostos em prateleiras prontos para consumo e em embalagens que  só precisaria, como mágica,  de um pedaço de papel para fazer a troca. Fora isso e mais algumas discrepâncias, o homem primitiva vivia de forma similar ao contemporâneo. Formavam famílias de forma idêntica, a maioria de forma monogâmica. Pagavam dotes para o patriarca em troca da filha mais nova.Tinham filhos , educavam e ensinavam a falar.Também faziam as cerimônias de núpcias, as festas comemorativas de época, o preparo dos alimentos,como  a farinha de mandioca, o curau do milho, o cozimento dos alimentos e também descobertas dos  efeitos das ervas, como os venenos e psicotrópicos para eles e para aos animais. Inclusive usavam como artifícios para pescas, onde certas ervas possuem propriedades de alterar as condições físicas e desoxigenação dos rios. E o incrível que eles têm consciência da periodicidade em que podem fazê-lo sustentavelmente, sem causar desequilíbrio do habitat.
            Na natureza Deus ou como conheciam os silvícolas Xerentes, "Waptokwa"(uápitocuá- pronúncia), Senhor e criador de tudo, era o que eles também acreditavam. Acreditavam que colocou dentro de cada ser, uma essência natural , tal cada ser possui uma individualidade ímpar. O exemplo disso pode-se observar noos insetos como o "zãmbu(formiga), que possui vida diferente da "aikte nrã"(minhoca). Ninguém ensina para a formiga o que ele deve fazer e nem para a minhoca, Uma vive organizada e em comunidade cada qual com sua função específica, outra  cega, cavando , aerando, comendo e excretando a terra para tornar fértil.
          Continuando com a lista de exemplos, citamos o "supra kre~ti (vespão) e ao wrãhêpo (barata). Se pesquisarem como se relacionam, ficariam pasmados e com certeza sentiram um sentimento inusitado com relação a repugnância da wrãpêpo. Sentiriam pena, dó desse ser em vez de repugnância.
Funciona assim: a vespa precisa de um hospedeiro para injetar seus óvulos para eclodirem. Pode ser uma "sbi" (aranha), uma barata, ou outros inseto. Só que com a aranha, que é mais comum de encontrar nas vegetações terrestres, a vespa precisa lutar mortalmente e às vezes ela perde a luta. Com a wrãhêpo(barata) é diferente. Ela ferroa a barata com uma quantidade super controlada de veneno, para deixá-la apenas em estado de zumbi, imóvel. Depois vem a etapa seguinte, que é a inoculação das larvas na Blattodea (nome científico da barata(wrãhepo)), que por sua vez vai crescer e se alimentar da sua carcaça viva e estática. Este é o ciclo de vida da vespa. Caçar um hospedeiro para sua prole. Essa é sua essência de vida. Nasceu sem precisar aprender, puro instinto.
           Por fim, isso vale para todos os outro animais, par o castor com suas represas, para o joão-de-barro com suas casinhas, para o besouro bombardeiro com seu jato de água fervente, para o lagarto de deserto com seu espirro de sal de cozinha, entre outros, eles se disponibilizam de conhecimento e técnica nata de sua espécie, que ficaram registrado em algum fragmento em seu DNA. Isso é uma característica de todos os animais, inclusive do homo sapiens.
         - Mas o que o homem já nasceu sabendo sem que precisasse aprender?
          Voltamos ao começo deste texto. Aos autóctones indígenas. Qual a característica principal em todos os primitivos de todo o globo terrestre, inclusive aos mais isolados? A resposta está no "sekwa" (pajé). O curandeiro místico, vidente, comum em todas as aldeias, principalmente às que nunca tiveram contato com qualquer outra civilização ou tripo. Está na sua crença religiosa.
         Antropologicamente então concluímos que todo homem tem dentro de si, a consciência da existência de Deus. Para os indígenas, pode ser representado simbolicamente por um totem, um astro como a lua (animismo: Deus Lua), as estrelas, o sol, ou também algum lugar, como: rio, cachoeira e muitos outros tipos.
         Por isso que todos temos a necessidade de acreditar em alguma divindade, seja qual religião que herdamos ou  simpatizamos-nos com  sectarismos e excentricidades.
         A resposta de tudo, com certeza está na Natureza.
         
       

domingo, 1 de março de 2015






LÁZARO, O ESPÍRITO DO AMOR

Matéria publicada no Jornal Mundo Espírita - agosto/2005

Lázaro é a forma grega da abreviação hebraica lãzãr - Eleazar - "Deus ajuda", e João o cita em seu Evangelho, nos capítulos 11 e 12.

É apresentado como irmão de Marta e Maria, residentes todos em Betânia, distante cerca de uma hora de Jerusalém. Era uma aldeia singela, cercada "por imensos campos de cevada, pequenos bosques de olivedos e figueiras" (1), no caminho de Jerusalém para Jericó.

A aldeia era um contraste à aspereza da Judéia, pelo verdor de que se revestia. Os declives eram cheios de folhagens, as casas brancas mostravam seus alpendres floridos e flores miúdas enfeitavam o tapete de relva verdejante.

Lázaro, como suas irmãs, amava Jesus e o dizia abertamente. Jesus era como um membro da família e recebido sempre com alegria. Quando o Mestre se encontra nas proximidades, é ali, na casinha risonha e franca, que é recebido à porta pelo amigo, com efusivo abraço e o ósculo no rosto.

Em Betânia teve Jesus uma segunda família, no ninho de afeições que lhe oferecem os amigos. O amigo dedicado, Lázaro, lá estava. Era o único lugar onde o Galileu podia gozar algumas horas de sossego, de intimidade familiar - era como se estivesse em casa. Lázaro é, pois, o grande e devotado amigo de Jesus.

Foi em Betânia, enquanto o Rabi narra ao amigo os últimos acontecimentos e explana sobre o futuro, enquanto a noite avança, que se deu o célebre episódio em que Jesus enfatiza a escolha da melhor parte, conforme narra Lucas no seu Evangelho, cap. 10:38-42.

Quando Lázaro adoeceu, no mês de shebat (fevereiro), Jesus se encontrava pregando na Peréia e as irmãs lhe remeteram um mensageiro. Foram dois dias de marcha e o recado foi breve: "Senhor, eis que está enfermo aquele que amas."

O profeta de Nazaré o sossega, despedindo-o com a certeza de que "aquela enfermidade não levaria à morte, antes era para a glória de Deus." Passados dois dias, Jesus empreende a jornada de retorno à Betânia, portanto, ao chegar ao seu destino, Lázaro estava com quatro dias de sepultura, pois morrera no mesmo dia em que o mensageiro de Marta e Maria transmitira a Jesus o recado.

Por ser uma família distinta e estimada, havia muitas visitas na chácara de Betânia, quando a notícia da presença de Jesus O precede. Marta vai ao Seu encontro e, na encruzilhada, à beira da povoação, avistando-O, fala-lhe: "Senhor, se estiveras aqui não teria morrido meu irmão." Parece uma queixa e um velado pedido, que se reveste de leve esperança.

Não longe dali ficava o sepulcro de Lázaro, num rochedo da encosta. O acesso se dava por estreita escada rústica e uma escura galeria subterrânea, com um bloco de pedra, em forma de mó, tapando a boca do sepulcro.

Jesus pede a Marta que chame sua irmã e, acompanhado ainda por todos os judeus que estavam na casa àquela hora e seguiram Maria, o Mestre se dirige ao local onde o corpo do amigo estava encerrado.Narra o evangelista que Jesus chorou. Embora os judeus tenham comentado que aquela era a demonstração do quanto o Rabi amava Lázaro, as Suas lágrimas sentidas e sinceras se deviam à constatação da ignorância de que os homens ainda eram portadores e, conseqüentemente, pelas dores que os avassalariam por largo tempo empós.

Ao comando de Jesus, Marta manda abrir o túmulo. Um hálito pestífero se espalha pela vizinhança. Envolto em largas faixas embalsamadas de essências raras, o rosto coberto com um sudário, lá está o cadáver.

Ora o Mestre ao Pai e depois brada com voz vibrante: "Lázaro, vem para fora."

Alguma coisa branca se move no fundo escuro da catacumba. Aproxima-se. Os contornos parecem mais nítidos. Caminha lentamente. E, enrolado da cabeça aos pés nas faixas do embalsamamento, Lázaro respondeu a Jesus: "Eis-me aqui, Senhor!"

Quando a noite se fez, Lázaro é novamente o bom hospedeiro, andando, sorrindo, comendo do pão que todos comiam. Era o motivo de todas as alegrias. Ao mesmo tempo, um motivo de terror.

Para aquela gente, ele se tornou um enigma. Quais seriam suas recordações daqueles quatro dias em que estivera no Vale da Morte? Mas ninguém ousava lhe perguntar as aventuras da misteriosa viagem.

Pelo desconhecimento da letargia, nas semanas que se seguiram, quase que não se falava de outra coisa em Jerusalém e arredores. Jesus nem tocara no cadáver. Apenas ordenara e Lázaro agora estava no meio deles, em perfeita saúde. Muitos o procuravam e ele se tornou alvo de curiosidade geral. Depois de verem a Lázaro, os curiosos iam ter com Jesus, contemplando com um misto de admiração e medo aquele homem de Nazaré, que dava ordens à própria morte, e a morte Lhe obedecia.

Quando, uma semana antes de Sua morte na cruz, Jesus retorna a Betânia, narram João, Marcos e Mateus que a localidade fervilhava de peregrinos, por causa das celebrações da Páscoa judaica.

Jesus foi convidado a jantar em casa de um tal Simão, chamado leproso. Talvez um daqueles que Ele curara em algum momento da Sua jornada de luz pela Terra.

Lázaro foi convidado, naturalmente, para tomar lugar à mesa do festim. Personagem tão distinto não poderia faltar. Entretanto, desde que o Amigo Celeste o trouxera de retorno à vida física, despertando-o do sono letárgico, Lázaro não é mais o mesmo. Tudo ao seu redor, a paisagem risonha, a casa confortável, a delícia da vida, tudo se tornou uma coisa sem importância.

Lázaro entendera a mensagem de Jesus. Os homens o temem porque percebem que o sangue palpita nas suas veias, seu corpo é quente, seus olhos brilham, seus lábios sorriem. Ele retornou "do outro lado", e dentro dele a vida canta "como esplende na paisagem colorida e na asa dos pássaros." (3)

Em Lázaro há uma intensa alegria pois reconhece a verdade nas palavras de Jesus: "Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim viverá, ainda que tenha morrido; e quem em vida crê em mim não morrerá eternamente."

Séculos depois, quando o Espírito de Verdade prepara a vinda do Consolador, Lázaro integra a equipe.

São de sua autoria as páginas, A afabilidade e a doçura, Obediência e resignação, A lei de amor, O dever, que se encontram em O evangelho segundo o espiritismo, no capítulo IX, itens 6 e 8, capítulo XI, item 8 e no de número XVII, item 7, ditadas todas no período de 1861 a 1863, em Paris.

Bem se revela Lázaro como aquele que muito amou a Jesus, elegendo-O à condição de amigo e seguindo-O, na qualidade de Guia e Modelo, quando afirma: "O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência..."

"... A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais...Quando Jesus pronunciou a divina palavra - amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo." (O evangelho segundo o espiritismo, cap. XI, item 8)

Trecho do Evangelho Segundo O Espiritismo:


INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS

A LEI DE AMOR

  O amor resume inteiramente a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu início, o homem não tem senão instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos; e o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas este sol interior que condensa e reúne em seu foco ardente todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres e aniquila as misérias sociais. Feliz aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor seus irmãos em dores! Feliz aquele que ama, porque não conhece nem a angústia da alma, nem a miséria do corpo; seus pés são leves, e vive como que transportado para fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou esta palavra divina – amor –, ela fez estremecer os povos, e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.

O Espiritismo, a seu turno, vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto divino; estai atentos, porque esta palavra ergue a pedra dos túmulos vazios, e a reencarnação, triunfando sobre a morte, revela ao homem maravilhado seu patrimônio intelectual; não é mais aos suplícios que ela o conduz, mas à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O sangue resgatou o Espírito, e o Espírito deve hoje resgatar o homem da matéria.

Disse eu que no seu início o homem não tem senão instintos e aquele, pois, em quem os instintos dominam, está mais próximo do ponto de partida que do objetivo. Para avançar em direção ao objetivo, é preciso vencer os instintos em proveito dos sentimentos, quer dizer, aperfeiçoar estes, sufocando os germes latentes da matéria. Os instintos são a germinação e os embriões do sentimento; eles carregam consigo o progresso, como a bolota encerra o carvalho, e os seres menos avançados são aqueles que, não se despojando senão pouco a pouco de sua crisálida, permanecem escravizados aos instintos. O Espírito deve ser cultivado como um campo; toda a riqueza futura depende do labor presente, e mais do que terretres, levar-os-á à gloriosa elevação; é então que compreendendo a lei do amor que une todos os seres, nela encontrareis as suaves alegrias da alma, que são o prelúdio das alegrias celestes.(LÁZARO, paris,1862).

sábado, 28 de fevereiro de 2015

                        
O ÁLCOOL E METABOLISMO CORPÓREO

 O consumo de álcool acarreta em uma transformação metabólica do organismo que resulta numa sequencia desastrosa de distúrbios em vários órgãos com duração bastante relevante. Pode levar o sobrepeso caso o consumo seja constante ou apenas finais de semanas. Isto incluem estoques e depósitos de cavalares gorduras. Nas mulheres ocorre em locais específicos de acordo com sua genética, mas nos homens, além dos inchaços no pescoço, rosto, pernas e a cinturinha, quer dizer,barrigão d'água inchado; as gordura se acumulam desastrosamente e o metabolismo declina, e qualquer esforço físico pode causar mais mal do que benefícios.

Não adianta enganar-se (auto engano), de que apenas bebo aos finais de semanas com amigos, bebo socialmente, pequenas doses já causa distúrbio elevados que se mantém constante e um pouco crescente a medida que vamos aumentando a quantidade etílica. Funciona mais o menos assim: O álcool é uma fonte de energia diferente de todas as outras, pois não pode ser estocado no organismo. Como uma substância tóxica, deve ser eliminado imediatamente. Assim, o álcool tem prioridade no metabolismo, alterando outras vias metabólicas, incluindo a oxidação lipídica, o que favorece o estoque de gorduras no organismo, que se depositam preferencialmente na área abdominal.


Sem contar que a legislação brasileira para controle da qualidade de produtos é tão corruptas quantos os políticos , pois as cervejas, que são as mais consumidas em milhões de litros, são constituiídas mais de metade do álcool de amido de arroz, ou de milho para que os cervejeiros aumentem seus lucros. È só olhar o rótulo do conteúdo que os salvam de qualquer processos "malte e cereais não maltados" além dos indispensáveis, porém venenosos estabilizantes e conservantes.Não tem jeito, cerveja importada de malte 100% ,nem pensar, os tributos alfandegários somados com os internos elevam os preços ao dobro e meio do valor real, que fica inviável financeiramente.


Tá difícil usar de artifícios para aumentar aquele sensação artificial de bem estar e relaxar, bebendo com amigos sem escorregar e cair fundo nas consequências das sequelas metabólicas.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015


Animação no Maya Auto Desk

        Impressionante os recursos atualmente em computação gráfica. Com o aperfeiçoamento das resoluções das telas com construção de múltiplas linhas de imagens e processadores com maior capacidades, foi possível desenvolver programas em 3 D de modelagem de objetos. Com isso muitos criadores puderam deslanchar suas criatividades.
       Primeira animação sem renderização no Maya.Dublagem com minha filha Vic de 10 anos, na forma de brincadeira,rs. Em breve farei alguma animações de histórinhas.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014


O CAMINHO PARA O CRESCIMENTO ESPIRITUAL

O nascimento de João Batista é cercado de episódios reveladores daquele que seria o precursor do Messias.  Sua mãe, Isabel, já avançada em idade era considerada estéril; seu pai, também entrado em anos, era sacerdote e duvidou da mensagem do anjo que anunciava a gravidez da esposa e, por duvidar, ficou mudo até o nascimento do menino.  Por fim, o nome dado à criança surpreendeu a todos, por ser um nome não usual na família, mas Zacarias insiste no mesmo e, assim, volta a falar. 
Ainda no ventre da mãe, João reconhece a presença do Menino quando Isabel recebe a visita de Maria.  Desde sempre os destinos dos dois meninos estarão ligados: o batista e o cordeiro de Deus, primos, companheiros de uma mesma missão.

Os evangelhos nos narram o episódio do Batismo de Jesus como o primeiro encontro de Jesus de Nazaré com João Batista, quando ambos já estão em idade adulta. Certamente, porém, não era o primeiro encontro entre aqueles que eram primos.  Ambos foram gerados a partir da revelação da possibilidade diante do impossível: um, filho de uma virgem; outro, de uma que já se considerava estéril. 

O primeiro encontro, ainda no útero materno, foi um transbordamento de alegria e louvor.  Suas mães eram portadoras de um mistério e, cúmplices, fizeram de seus corpos instrumentos da revelação de Deus à humanidade.  Isabel, portadora do Precursor, no primeiro momento daquele reencontro entre as duas primas, anunciou – como mais tarde seu filho o faria – que naquela jovem que chegava estava sendo gerado o Messias: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre!” (Lc 1, 42).

Certamente outros encontros familiares se seguiram àquele primeiro.  Brincadeiras de infância, cerimônias, descobertas...  Anos se passaram até que nas águas do rio Jordão os primos voltaram a se encontrar.  O homem João, após longo período de isolamento no deserto onde vivia uma vida penitências e oração, seguia sua vocação de profeta, e anunciava que o Messias viria.  Batizava nas águas do rio, simbolizando desde já o caminho para o encontro da humanidade com Deus: conversão – misericórdia – amor - serviço. O homem Jesus que chegou às margens do rio queria ser batizado por João porque estava prestes a abraçar aquele mesmo caminho que o primo anunciava.  E, cúmplices do Mistério como suas mães, vêem o céu se abrir e o Espírito do Senhor se manifestar na forma de uma pomba e escutam o próprio Deus falar: “Tu és meu Filho amado, em ti está o meu agrado” (Mc 1, 11).

Água e Espírito se apresentam como sinais de conversão.  Um lava, o outro restaura.  A água tem sua natureza ligada à geração e à manutenção da vida humana.  Simboliza a purificação, o renascimento.  O Espírito salva, redime, fortalece, torna divino o que é humano.  João batizava com a água. Era o batismo simbólico do Precursor, cuja liturgia até hoje celebramos.  Dizia que depois dele viria um outro – Jesus – que nos batizaria no Espírito. Era o anúncio do maior dos profetas, de que a salvação era chegada através do Espírito de Deus manifestado em Jesus Cristo, que revelaria com sua vida o caminho para Deus: conversão – misericórdia – amor – serviço.  O mesmo caminho anunciado por João Batista. Era Deus revelado àqueles homens que a própria vida uniu por laços familiares e por ideais. 

Que possamos também nós seguir este caminho que João Batista e Jesus de Nazaré nos anunciaram.  Só assim, estaremos vivendo em plenitude nossa condição de batizados e batizadas, membros do povo de Deus. 

João 3
1 Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus.
2 Ele veio a Jesus, à noite, e disse: "Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais milagrosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele".
3 Em resposta, Jesus declarou: "Digo a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo".
4 Perguntou Nicodemos: "Como alguém pode nascer, sendo velho? É claro que não pode entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e renascer!"
5 Respondeu Jesus: "Digo a verdade: Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nascer da água e do Espírito.
6 O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito.
7 Não se surpreenda pelo fato de eu ter dito: É necessário que vocês nasçam de novo.
8 O vento sopra onde quer. Você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito".
9 Perguntou Nicodemos: "Como pode ser isso?"
10 Disse Jesus: "Você é mestre em Israel e não entende essas coisas?
11 Asseguro que nós falamos do que conhecemos e testemunhamos do que vimos, mas mesmo assim vocês não aceitam o nosso testemunho.
12 Eu falei de coisas terrenas e vocês não creram; como crerão se falar de coisas celestiais?
13 Ninguém jamais subiu ao céu, a não ser aquele que veio do céu: o Filho do homem.
14 Da mesma forma como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do homem seja levantado,
15 para que todo o que nele crer tenha a vida eterna.
16 "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
17 Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele.
18 Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus.
19 Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más.
20 Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas.
21 Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus".

sábado, 23 de agosto de 2014

JESUS E OS ELEMENTARES



Em Mateus 8, encontramos:
23 Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram.
24 De repente, uma violenta tempestade abateu-se sobre o mar, de forma que as ondas inundavam o barco. Jesus, porém, dormia.
25 Os discípulos foram acordá-lo, clamando: "Senhor, salva-nos! Vamos morrer!"
26 Ele perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?" Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança.
27 Os homens ficaram perplexos e perguntaram: "Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?"
Em Marcos 4 encontramos:
35 Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado".
36 Deixando a multidão, eles o levaram no barco, assim como estava. Outros barcos também o acompanhavam.
37 Levantou-se um forte vendaval, e as ondas se lançavam sobre o barco, de forma que este ia se enchendo de água.
38 Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: "Mestre, não te importas que morramos?"
39 Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança.
40 Então perguntou aos seus discípulos: "Por que vocês estão com tanto medo? Ainda não têm fé?"
41 Eles estavam apavorados e perguntavam uns aos outros: "Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?"
Em Lucas 8, encontramos:
22 Certo dia Jesus disse aos seus discípulos: "Vamos para o outro lado do lago". Eles entraram num barco e partiram.
23 Enquanto navegavam, ele adormeceu. Abateu-se sobre o lago um forte vendaval, de modo que o barco estava sendo inundado, e eles corriam grande perigo.
24 Os discípulos foram acordá-lo, clamando: "Mestre, Mestre, vamos morrer!"
25 Ele se levantou e repreendeu o vento e a violência das águas; tudo se acalmou e ficou tranquilo.
"Onde está a sua fé?", perguntou ele aos seus discípulos.
Amedrontados e admirados, eles perguntaram uns aos outros: "Quem é este que até aos ventos e às águas dá ordens, e eles lhe obedecem?"

              Jesus certamente repreendeu alguém. Este alguém eram a água e o vento. E eles o obedeceram imediatamente.  E questionou a falta de fé dos discípulos. Como que eles não compreendiam tal fenômeno.
               Seriam seres elementais, o sujeito da ação repressora?
       Assim sendo,podemos citar como exemplo de seres elementais os gnomos (elementais da terra), as sílfides (elementais do ar, as salamandras (elementais do fogo), entre outros, que desempenham papéis específicos no equilíbrio da vida da matéria em si. Em geral estes entes são desfeitos ao concluírem sua tarefa, mas alguns subsistem ate que, por não estarem vivificados pelo impulso que os criou se "dissolvam" em sua substância de origem.
Ha seres elementais constituídos artificialmente pelo homem (encarnado ou não), ou por outras entidades autoconscientes, por meio da forca do pensamento ou do desejo." ...                 
 "Como os seres elementais são corporificações da substancia dos mundos das formas, estão sujeitos a impulsos involutivos, devido as forcas caóticas profundamente infiltradas nos planos materiais na presente fase da Terra. Sua participação nos trabalhos de magia engendrados pelos pelo homem evidencia esse fato. ... "
           Veremos o que dizem os espíritos no Livro dos Espíritos a este respeito:
Podemos citar, por exemplo: Na Revista Espírita de 1859, o Espírito Erasto, ao responder algumas perguntas de Kardec sobre o tema, explica que há Espíritos encarregados por Deus de lidar com as forças da Natureza. Em edição da mesma revista do mês de março do ano de 1860, consta uma mensagem psicografa pela Sra. Boyer, de autoria de "Hettani", que se identifica como sendo "um dos Espíritos que presidem a formação das flores". Hettani diz que são milhares os espíritos de sua categoria e que eles também estão sujeitos a Lei de Evolução.
          Após a publicação dessa mensagem, Kardec um tanto quando desconfiado, resolve fazer as seguintes perguntas ao Espírito de São Luis: - Este Espírito é chamado Hettano; como ocorre que ele não tenha um nome e que jamais encarnou? R. É uma ficção.                     O Espírito não preside, de um modo particular, à formação das flores; o Espírito elementar, antes de passar para a série animal, dirige a ação fluídica na criação do vegetal; este não está ainda encarnado; mas não age senão sob a direção de inteligências mais elevadas, tendo já vivido bastante para adquirir a ciência necessária à sua missão. Foi um destes que se comunicou; ele vos fez uma mistura poética da ação das duas classes de Espíritos que agem na criação vegetal.

3. Este Espírito não tendo vivido ainda, mesmo na vida animal, como ocorre que seja tão poético?
R. Relede.
4. Assim o Espírito que se comunicou não é o que habita e anima a flor?
R. Não, não; eu vos disse bem claramente: ele guia.
5. Este Espírito que nos falou foi encarnado? R. Foi.
6. O Espírito que dá a vida às plantas e às flores, tem um pensamento, a inteligência de seu eu?
R. Nenhum pensamento, nenhum instinto.

        Fazendo-se uma analise do dialogo entre Kardec e o Espírito de São Luis, notamos que na terceira pergunta o Codificador não havia entendido muito bem a elucidação feita pelo Espírito. Entretanto com a decorrer do diálogo o entendimento fora se tornando mais claro
        Com base nessa conversa, entende-se que o Espírito que se comunicou como o gênio das flores na realidade já havia encarnado antes e, na realidade, dirigia espíritos bastante elementares (elementares, de simples, primário, rudimentar - e não no sentido esotérico de essência "elementais”). Esses espíritos bastante rudimentares equivaleriam o que na Codificação Espírita são referenciados por espíritos da natureza, e que na Escala Espírita contida no Livro dos Espíritos, é denominado por Espíritos zombeteiros.
       A Doutrina Espírita, portanto, prima pela simplicidade. Mas infelizmente nós aprendizes repetentes da escola da vida, não desistimos de complicar e de entrar pela porta ampla da ficção ou do Esquisoterismo.
       Sobre o Livro dos Espíritos (LE), podemos destacar:
       Tudo tem uma razão de ser e nada acontece sem a permissão de Deus. (LE 536)
       Os fenômenos da Natureza às vezes têm, como imediata razão de ser, o homem. Na maioria dos casos, entretanto, têm por único motivo o restabelecimento do equilíbrio e da harmonia das forças físicas da Natureza. (LE 536 a)
        Deus não exerce ação direta sobre a matéria. Ele encontra agentes dedicados em todos os graus da escala dos mundos. Os Espíritos são encarregados de exercer certa influência sobre os elementos da Natureza para os agitar, acalmar e dirigir. (LE 536 b)
        É destituída de fundamento e está muito aquém da verdade a crença dos antigos que consideravam os Espíritos como divindades com atribuições especiais, sendo que uns eram encarregados dos ventos, outros do raio, outros de presidir ao fenômeno da vegetação, etc. (LE 537)
Os Espíritos que presidem aos fenômenos geológicos não habitam positivamente a Terra. Presidem aos fenômenos e os dirigem de acordo com as atribuições que têm. Dia virá em que receberemos a explicação de todos esses fenômenos e os compreenderemos melhor.  (LE 537 a)
       Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza não são seres à parte na criação. São Espíritos que foram encarnados como nós ou que o serão. (LE 538)
Os Espíritos que presidem aos fenômenos da Natureza pertencem às ordens superiores ou às inferiores da hierarquia Espírita, conforme seja mais ou menos material, mais ou menos inteligente o papel que desempenhem. Uns mandam, outros executam. Os que executam coisas materiais são sempre de ordem inferior, assim entre os Espíritos, como entre os homens. (LE 538 a)
        A produção de certos fenômenos, das tempestades, por exemplo, é obra de massas inumeráveis de Espíritos, que se reúnem para produzi-los. (LE 539)
Os Espíritos que exercem ação nos fenômenos da Natureza operam uns com conhecimento de causa, usando do livre-arbítrio, e outros por efeito de instintivo ou irrefletido impulso. (LE 540)
       Os animais de ínfima ordem, que fazem emergir do mar ilhas e arquipélagos, executam essas obras provendo às suas necessidades e sem suspeitarem de que são instrumentos de Deus. Há aí um fim providencial e essa transformação da superfície do globo é necessária à harmonia geral. (LE 540)
       Os Espíritos mais atrasados oferecem utilidade ao conjunto. Enquanto se ensaiam para a vida, antes que tenham plena consciência de seus atos e estejam no gozo pleno do livre-arbítrio, atuam em certos fenômenos, de que inconscientemente se constituem os agentes. Primeiramente, executam. Mais tarde, quando suas inteligências já houverem alcançado um certo desenvolvimento, ordenarão e dirigirão as coisas do mundo material.             Depois, poderão dirigir as do mundo moral. (LE 540)
Tudo serve, tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou por ser átomo. Admirável lei de harmonia, que o nosso acanhado espírito ainda não pode apreender em seu conjunto! (LE 540)
Conclusão:
       Não pode haver dúvidas sobre o papel que os Espíritos desempenham nos fenômenos da Natureza. Ou será que pode haver?!
Na questão 538 vemos que os Espíritos que exercem esses fenômenos foram encarnados como nós ou que o serão. Como assim: “ou que o serão”? Quer dizer que entre a animalidade e o reino hominal existem intermediários espirituais? Será que têm fundamento as histórias dos elementais, gnomos, fadas, duendes, silfos, nereidas, elfos, sátiros?
     Como curiosidade destacamos um trecho do capítulo 50 da obra Nosso Lar, de André Luiz psicografada por Francisco Cândido Xavier:  

“Concentrei-me em fervorosa oração ao Pai e, nas vibrações da prece, dirigi-me a Narcisa encarecendo socorro. Contava-lhe, em pensamento, minha experiência dolorosa, comunicava-lhe meus propósitos de auxílio e insistia para que me não desamparasse.
Aconteceu, então, o que não poderia esperar.
Passados vinte minutos, mais ou menos, quando ainda não havia retirado a mente da rogativa, alguém me tocou de leve no ombro.
Era Narcisa que atendia, sorrindo:
- Ouvi seu apelo, meu amigo, e vim ao seu encontro.
Não cabia em mim de contentamento.
A mensageira do bem fixou o quadro, compreendeu a gravidade do momento e acrescentou:
- Não temos tempo a perder.
 Antes de tudo, aplicou passes de reconforto ao doente, isolando-o das formas escuras, que se afastaram como por encanto. Em seguida, convidou-me com decisão:
- Vamos à Natureza.
Acompanhei-a sem hesitação, e ela, notando-me a estranheza, acentuou:
- Não só o homem pode receber fluidos e emiti-los. As forças naturais fazem o mesmo, nos reinos diversos em que se subdividem. Para o caso do nosso enfermo, precisamos das árvores. Elas nos auxiliarão eficazmente.
Admirado da lição nova, segui-a, silencioso. Chegados a local onde se alinhavam enormes frondes, Narcisa chamou alguém, com expressões que eu não podia compreender. Daí a momentos, oito entidades espirituais atendiam-lhe ao apelo. Imensamente surpreendido, vi-a indagar da existência de mangueiras e eucaliptos. Devidamente informada pelos amigos, que me eram totalmente estranhos, a enfermeira explicou:
- São servidores comuns do reino vegetal, os irmãos que nos atenderam.
E, à vista da minha surpresa, rematou:
- Como vê, nada existe de inútil na Casa de Nosso Pai. Em toda parte, se há quem necessite aprender, há quem ensine; e onde aparece a dificuldade, surge a Providência. O único desventurado, na obra divina, é o espírito imprevidente, que se condenou às trevas da maldade.
Narcisa manipulou, em poucos instantes, certa substância com as emanações do eucalipto e da mangueira e, durante toda a noite, aplicamos o remédio ao enfermo, através da respiração comum e da absorção pelos poros.
O enfermo experimentou melhoras sensíveis. Pela manhã, cedo, o médico observou, extremamente surpreendido:
 - Verificou-se esta noite extraordinária reação! Verdadeiro milagre da Natureza!”




sábado, 16 de agosto de 2014


O ORGULHO

          É um sentimento de satisfação pela capacidade ou realização ou um sentimento elevado de dignidade pessoal. Em Português a palavra Orgulho pode ser vista tanto como uma atitude positiva como negativa dependendo das circunstâncias. Assim, o termo "pode" ser empregado de maneira errada tanto como sinônimo de soberba e arrogância quanto para indicar dignidade ou brio.

Algumas pessoas consideram que o orgulho para com os próprios feitos é um ato de justiça para consigo mesmo. Ele deve existir, como forma de elogiar a si próprio, dando forças para evoluir e conseguir uma evolução individual, rumo a um projeto de vida mais amplo e melhor. O orgulho em excesso pode se transformar em vaidade, ostentação, soberba, sendo visto apenas então como uma emoção negativa: a Arrogância.

Outras pessoas classificam o orgulho como exagerado quando se torna um tipo de satisfação incondicional ou quando os próprios valores são superestimados, acreditando ser melhor ou mais importante do que os outros. Isso se aplica tanto a si próprio quanto ao próximo, embora socialmente uma pessoa que tenha orgulho pelos outros é geralmente vista no sentido da realização e é associada como uma atitude altruísta, enquanto o orgulho por si mesmo costuma ser associado ao sentimento de capacidade e egoísmo.


Na Bíblía existe algumas citações sobre o orgulho em Provérbios 16:18 “A soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda.”
A humildade produz honra. Também cita em Provérbios 29:23 “A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.”
Deus adverte sobre os orgulhosos. Cita em 1 Pedro 5:5-6 “Semelhantemente vós, os mais moços, sede sujeitos aos mais velhos. E cingi-vos todos de humildade uns para com os outros, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte.”
O orgulhoso se isola de Deus e das pessoas. A Bíblia diz em Lucas 18:14 “us e Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que a si mesmo se exaltar será humilhado; mas o que a si mesmo se humilhar será exaltado.”
A humildade se assemelha a uma criança alegre e bondosa, como um anjo do céu. A Bíblia cita em Mateus 18:4 “Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.”
Os orgulhosos serão humilhados. Em  Mateus 23:12 “Qualquer, pois, que a si mesmo se exaltar, será humilhado; e qualquer que a si mesmo se humilhar, será exaltado.”
Para os orgulhosos, a lei da ação e reação, com certeza lhe trará muita discórdia, repulsa, críticas das pessoas que convivem, pois sempre há abusos e humilhações. Em 1 Coríntios 10:12 “Aquele, pois, que pensa estar em pé, olhe não caia.”
Em O evangelho segundo o espiritismo, capítulo VII, Kardec observa que o orgulho é um ato de revolta contra Deus. Como um dos problemas que acometem nossa visão – falamos de cegueira e miopia –, no mesmo capítulo está escrito que “o orgulho é a catarata que tolda a visão. De que vale apresentar a luz a um cego? Necessário é que, antes, se lhe destrua a causa do mal. Daí vem que, médico hábil, Deus primeiramente corrige o orgulho”. 

O que é um fato, pois decorrente do probleminha de visão, é que desde que “o orgulho se mostra indulgente para com tudo o que o lisonjeia”, ele também não lhe permite observar a falsidade e a hipocrisia, alegrando-se com a lisonja e os falsos elogios. 

“O orgulho é o terrível adversário da humildade.” “O orgulho, eis a fonte de todos os vossos males.” “O orgulho é sempre castigado, cedo ou tarde, pela decepção e pelos malogros que lhe são infligidos.” São outras afirmações pertencentes às Obras de Kardec sobre o mesmo tema, que nos deveriam deixar de sobreaviso perante suas investidas. 

E até o momento ainda não eu nada escrevi sobre as ciladas que o orgulho reserva especificamente aos médiuns. O livro dos médiuns inclui os médiuns orgulhosos entre os médiuns imperfeitos (item 196), definindo-os como aqueles que “se envaidecem das comunicações que lhes são dadas; julgam que nada mais têm que aprender no Espiritismo e não tomam para si as lições que recebem frequentemente dos Espíritos. Não se contentam com as faculdades que possuem, querem tê-las todas”. Como variedade desses, considera os médiuns suscetíveis: aqueles que “suscetibilizam-se com as críticas de que sejam objeto suas comunicações; zangam-se com a menor contradição e, se mostram o que obtêm, é para que seja admirado e não para que se lhes dê um parecer. Geralmente, tomam aversão às pessoas que os não aplaudem sem restrições e fogem das reuniões onde não possam impor-se e dominar”. 

Por outro lado, para que as palavras dos espíritos superiores chegue até nós isenta de qualquer alteração, são condições necessárias querer o bem e repelir o orgulho e o egoísmo (item 226). O médium orgulhoso, portanto, dificilmente poderá ser um intermediário confiável de instruções espirituais aos encarnados. 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

SENSAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS


           Fenômenos visuais espontâneos no globo ocular, durante os passes mediúnicos, são efeitos raros que causam perplexidade e nos gera um reflexão profunda da complexidade proporcionada no campo da experiência humana com as energias prânicas, a serem exploradas cientificamente.  Prana é uma palavra em sânscrito que significa energia da vida.
           A eletricidade e o magnetismo são fenômenos conhecidos e perceptíveis, mas com certeza existem outros que desconhecemos pois ainda não desenvolvemos nossas aptidões naturais sensoriais.


           Num meio etéreo, onde os elétrons se transportam sem resistência em um ambiente fluídico, imagina-se a infinidade de possibilidades tecnológicas, que poderiam ser compartilhadas se o canal de comunicação entre estes planos fossem acessíveis.





           Acima temos a representação de uma visão espectral de forma  mais fidedigno possível . Devido a complexidade e beleza da forma. Não se pode afirmar com exatidão o desenho geométrico, com exceção das formas triangulares e  a estrela destacada pelo foco pontual. Foi observado com os olhos fechados durante o passe espiritual, em conjunto com uma força magnética extremamente forte de atração das mãos do passista para  o encontro do chacra coronário da pessoa assistida durante a sessão de passes.









           Segundo a oftalmologia, existe um fenômeno em forma de 'estrelas' que são produzidas no cérebro. Essas ocorrências recebem o nome de 'fosfênios' e são conseqüência de descargas elétricas no córtex occipital, área do cérebro relacionada à visão.

           Hipertensão arterial, enxaqueca e epilepsia focal (quando a descarga elétrica ocorre especificamente nessa região do cérebro e só provoca percepção de luzes, sem espasmos no corpo) são algumas delas.
           Segundo eles, os mais freqüentes são os "fosfênios de pressão", provocados pela ação de esfregar os olhos fechados ou por espirros fortes, batidas na cabeça e queda da pressão arterial (ao levantar rapidamente, por exemplo). "São normalmente de curta duração e ocorrem devido à estimulação das células da retina ou do próprio córtex occipital".
          O fenômeno, porém, muda de nome e passa a se chamar fotopsia quando é "fabricado" na retina, geralmente como resultado do atrito desta com o humor vítreo (um gel que preenche os olhos).
"Podemos dizer que fotopsia é o termo mais restrito às alterações no globo ocular, e o fosfênio, mais genérico. Existe uma certa confusão entre os dois termos, pois, em muitos tratados de enxaqueca, por exemplo, usa-se a expressão fotopsia, embora a origem seja no córtex cerebral", segundo especialistas.

           Porém as sensações possuem características um pouco distintas e são apenas sentidos em uma situação particular. As radiações percorrem um caminho em forma de desenho, com velocidade contínua e com ramificações de luzes no globo ocular e traz uma sensação de bem estar.

           Outra anomalia também interessante mencionar com relação à gelatina vítrea que preenche o interior do olho pode, às vezes, tracionar a retina. Esta tração produz uma reação semelhante a flashes luminosos, como relâmpagos, embora não haja realmente flashes luminosos, como no caso de alguém que é atingido no olho e vê estrelas.

           Quando acontece a separação vítrea da retina esta sensação de flashes de luz pode surgir e permanecer por diversas semanas. Faz parte do processo de envelhecimento e, normalmente, não é motivo de preocupação. Em raras ocasiões, entretanto, quando os flashes luminosos estão associados a um grande número de novas moscas volantes ou ao escurecimento de parte do campo de visão, é importante procurar imediatamente um retinólogo, para examinar a presença de uma rotura retiniana ou de um descolamento de retina. Os flashes luminosos que aparecem como linhas ou ondas de calor durante 10 a 20 minutos e que estão presentes em ambos os olhos são secundários a uma provável cefaléia causada por espasmo dos vasos sanguíneos no cérebro. Denomina-se enxaqueca a uma forte dor de cabeça que se segue ao episódio de flashes luminosos.

          Contudo se esses aspectos luminosos fossem ocorridos em situações específicas, sem qualquer estímulo por doença, indisposição ou emoção?

          Diríamos que as descargas elétricas fossem descargas eletromagnéticas, não apenas no córtex occipital, mas no perispírito, através da presença de energia irradiante que ainda desconhecemos.

          É bom relembrar que para a Ciência espírita todos os fenômenos são conforme a lei Cósmica e que não existe fenômenos que não obedeçam à essa lei Universal e Natural. Não existe o sobrenatural.

Abaixo, figura encontrada num site sobre corpo astral e chakras. Nota-se a semelhança como terceiro olho "ajña' com a simulação acima. Inclusive a cor azul índigo.



Cor - Posição - Nome sânscrito -Relacionado a...



Violeta - Coronário - Sahashara - Fonte, "Eu Compreendo"

Índigo - Frontal - Ajña ou Agnya - Comando, Intenção, "Eu Vejo",

Azul celeste - Laríngeo - Vishuda - "Purificado", "Eu falo"

Verde - Cardíaco - Anahata - "Inviolável", "Eu Amo"

Amarelo - Plexo solar - Manipura ou Nabh - Ação, "Poder", "Eu Faço"

Laranja - Umbilical - Swadsthana - "Morada do Prazer", "Eu Sinto"

Vermelho - Base da coluna - Muladhara - Raiz/Base, "Eu Sou"


          Existe um trabalho muito intenso na pratica das faculdades mediúnica para a terapia prânica e apometria, dentro da espiritualidade concomitantemente com as técnicas e metodologias da medicina atual.

           Em nosso mundo todos sofrem, tanto o que viver no mais suntuoso palácio ,como o que vive no mais obscuro casebre. Todos que habitam esse planeta experimentam a dor, seja ela de natureza física ou moral. O Espiritismo é uma doutrina que faculta o homem de conhecer a razão de seus sofrimentos. Assim sendo, saberá que seu sofrimento tem uma causa e que deve suportar tudo com resignação e conformação e também fica sabendo que após o reajuste perante a Justiça do Criador, se não houver novas transgressões, não experimentará novos sofrimentos e se aproximará mais de Deus.

            Acima temos uma simulação aproximada de uma sensação visual descritas durante o passe espiritual. As energias foram visualizadas no seu quadro visual com os olhos fechados. Foram mencionadas as experiências fora do corpo durante o sono, consciência automática ,sensações e vigília durante o sonho, conhecidas nos estudos como desdobramentos.Também foi relatado visões de pessoas desconhecidas durante sonolência ou extrema irritação, devido a qual conhecido como características de vidência.

           Também foi tido experiências fora do corpo durante o sono muito anos atrás, consciência automática ,sensações e vigília durante o sonho, conhecidas nos estudos como desdobramentos. Um a vez despertou a consciencia do sono pelo chacra do umbigo. Também relatou visão de indivíduos durante sonolência ou extrema irritação, conhecido como características de vidência.

           Narrou também que já este em estado desacordado profundo, viu seu corpo de bruços deitado na cama flutuando paralelo e a uma distancia de dois metros do corpo sobre a cama e ficou assim pelo menos meia hora subindo lentamente em direção ao teto do quarto .Tentou pedir socorro, mas sua voz ficava sufocoda e distorcida a qual aumentava seu desespero Despertou com um forte suspiro. O corpo estava paralisado e mole,aparentemente sem circulação sanguínea e quando estava se refazendo sentiu uma dor muito aguda com intenso formigamento.

           Desconhecemos a magnitude das sensações extrafísicas que também são compostos dos fenômenos naturais mais sutis. Fenômenos das sensações e energias vibratórias no perispírito provenientes dos chacras poderão nos progredir para um campo das práticas de cura atualmente desconhecidas.




          Desconhecemos a magnitude das sensações extrafísicas que também são compostos dos fenômenos naturais mais sutis. Fenômenos das sensações e energias vibratórias no perispírito provenientes dos chacras poderão nos progredir para um campo das práticas de cura atualmente desconhecidas.
           O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o "terceiro olho", que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que "existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente".


           Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec?


           A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa.                  Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: "Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?" Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.


           Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho literalmente.


           Acredita-se que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.

           A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido "visões" e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas. O espiritual age pelo campo eletromagnético. Então, dizer que este campo interfere no cérebro não contraria a hipótese de uma influência espiritual. Porque, se há uma interferência espiritual, esta se dá justamente pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro pelo campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.
           A pineal não se calcifica com a idade, como pensam alguns; ela forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de sequestrar o campo eletromagnético. Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia. Observamos que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.
           Estudos científicos têm demonstrado, através de tomografia computadorizada, que pacientes com alzheimer possuem uma significante quantidade de tecido da glândula pineal calcificado. Pessoas com outras enfermidades, tais como depressão e outros tipos de demência, apresentam uma quantidade bastante inferior de tecidos calcificados nesta região.

           Na década de 1990, uma cientista britânica, Jennifer Luke, descobriu que o flúor se acumula em níveis notavelmente altos na glândula pineal. A glândula pineal possui um tecido altamente passível de sofrer calcificações, que, sendo naturalmente exposto a um elevado volume de fluxo sanguíneo, torna-se o principal local de acúmulo de flúor em humanos.

           O flúor é um gás halógeno, extremamente volátil e altamente reativo. Ao ser ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos. Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.

           No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.

           Logo, as partes calcificadas da glândula pineal (cristais de hidroxiapatita) contêm as maiores concentrações de flúor do organismo humano, até mesmo maiores do que em qualquer osso. A glândula pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que ela não tenha mais eficácia no equilíbrio de todo o processo hormonal do corpo.

           Pesquisadores descobriram que os depósitos calcificados presentes na pineal estão associados com a diminuição do número de pinealócitos (principais células da glândula responsáveis pela produção de melatonina), com o funcionamento e a produção de melatonina reduzida, bem como com deficiências no ciclo sono-vigília, além de potencialmente destruirem a função normal na puberdade. Desta forma, o ciclo circadiano, período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico (responsável por regular todos os ritmos psicológicos, a digestão, o estado de sono-vigília, a renovação das células e o controle da temperatura do organismo), se torna desregulado.
           Observa esse relatório de uma universidade sobre as resinas dos dentes e a dificuldade de imitar a natureza com relação a morfologia complexa e os cristais de hepatita em que é composta também nos dentes:

           "A contínua evolução da tecnologia de adesão criou materiais com maior longevidade, que podem ser polidos até adquirirem uma aparência de porcelana similar ao dente. Como as resinas compostas não têm cristais de hidroxiapatita, prismas de esmalte ou túbulos dentinários, uma ilusão de como a luz é refletida, refratada, transmitida e absorvida por estas microestruturas, deverá ser criada durante a reconstrução do dente. A morfologia do esmalte e dentina deverão ser reproduzidas para se obter naturalidade na estrutura reconstruída..."
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           Cada característica morfológica, possui uma particularidade bastante complexa, as funções no campo extrafísicos deste diferencial poderá identificar e apontar como fisiologicamente foi formado o indivíduo e porque tais características físicas. Parece um pouco confuso, mas se mencionar um trecho psicografado por Chico Xavier de André Luis, com relação ao corpo astral preparado por especialistas e assistida por uma jovem erradicada, onde ela observava uma alteração na formação fisiológica premeditada quando alcançasse uma idade terrestre, para ajudá-la a superar e expurgar um defeito moral. Isso com certeza explicaria inúmeros casos carmáticos só com esse relato.


           A mediunidade na criança é diferente da de um adulto. É uma mediunidade anímica, é de saída. Ela sai do corpo e entra em contato com o mundo espiritual.

Em meados do século 19, quando o território da Austrália começou a ser explorado, um réptil nativo chamou a atenção dos pesquisadores, o Tuatara (Sphenodon punctatum).

Este animal tem, em adição aos seus dois olhos, um terceiro incrustado no crânio, revelado apenas por um pequeno orifício coberto por uma membrana, possui uma retina e uma conexão nervosa com a pineal, mas cientistas disseram que não possui funcionalidade, já que não possui conexão com o cérebro.

A presença desse terceiro olho é um desafio para os cientistas, já que quase todos os vertebrados possuem uma estrutura homóloga no centro do crânio, seja répteis, peixes, pássaros e mamíferos. Essa estrutura é conhecida como a glândula pineal.
[Imagem: tuarara.jpg?zoom=1.5&w=702]
A pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos, o que foi provado pelos cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature.

Sabemos que o espiritual age pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza.

Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro pelo campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.

Então, segundo estudos, o que é chamado de “mediunidade” acontece pelo funcionamento da pineal, que capta o campo eletromagnético, que depois é convertido, pela pineal, em estímulos eletroneuroquímicos, através do qual a espiritualidade interfere.

A American Medical Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal.

O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras defendendo teses sobre isso.
[Imagem: pineal.jpg?zoom=1.5&w=702]
São testes de hormônios, eletroencefalogramas, tomografias, ressonância magnética, mapeamento cerebral, entre outros. A coleta de hormônios, por exemplo, pode ser feita enquanto o paciente está em estado de transe. E os resultados apresentam alterações significativas.

A pineal forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada.

Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de sequestrar o campo eletromagnético.

Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal que é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia.

No homem adulto, mede aproximadamente 5 por 8 mm. A glândula pineal fica localizada no centro do cérebro, sendo conectada com os olhos através de nervos.
           A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. E isso teria lógica.

    Texto abaixo tirado do  Livro: Vinte temas Espíritas Empolgantes. Título: O  Passe. Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro
  
 Médium: “Para finalizar ele nos mostra um filme, com imagens do deslocamento da energia por ocasião do passe. Vejo que o fluxo da energia no momento do passe não se dá apenas pelas mãos, e sim por todo o corpo do passista. A maior concentração nas mãos se deve ao motivo de serem elas extremidades para as quais converge a energia, espécie de canal natural de deslocamento. De todos os plexos saem energia; principalmente do frontal, onde um cone se evidencia, ligando-se ao enfermo pelo mesmo centro de força. Essa grande quantidade de energia faz com que os centros de força do enfermo adquiram mais brilho e velocidade. O passista é nesse instante como imenso letreiro luminoso... (que coisa linda!)... A transmissão fluídica vai terminando com muitas estrelinhas, chuva fina saindo dos seus dedos azulados.”